Projeto já beneficia mais de meio milhão de estudantes com internet de alta velocidade na sala de aula em todas as regiões do país
 
O Aprender Conectado, projeto que leva internet de alta velocidade a escolas públicas em todo o território nacional, ultrapassou nesta semana a marca de 4.000 instituições de ensino conectadas. A iniciativa é conduzida pela Entidade Administradora de Conectividade de Escolas (Eace) e faz parte da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), do Governo Federal. Com este novo marco já são 530 mil estudantes com internet na sala de aula. A meta é chegar a 38 mil escolas até o fim de 2026.
O avanço tem sido acelerado. Em menos de um ano, o número de escolas conectadas mais que dobrou: em agosto de 2024, eram cerca de 1.900. Os dados são atualizados diariamente e podem ser consultados em tempo real no site do Aprender Conectado.
Além da conectividade, o projeto também enfrenta desafios estruturais. Muitas escolas estão em áreas remotas, acessíveis apenas por barco ou após longas jornadas por estradas precárias. Nessas localidades, o Aprender Conectado também entrega geradores de energia solar, essenciais para garantir o funcionamento da rede. Até o momento, mais de 1.100 escolas receberam geradores.
“Ultrapassar a marca de quatro mil escolas conectadas em regiões de todos os cantos do Brasil, muitas delas de difícil acesso, reforça o impacto transformador do projeto Aprender Conectado. Estamos promovendo inclusão digital para mais meio milhão de estudantes, que agora têm acesso à internet e a novas possibilidades de aprendizado, crescimento e futuro,” destaca Flávio Santos, diretor-geral da Eace.
Mais sobre o Aprender Conectado
O projeto Aprender Conectado, que leva conexão de alta velocidade a escolas públicas de todo o Brasil, surgiu com o Edital do 5G, que destinou recursos da ordem de R$ 3,1 bilhões para levar conectividade às escolas públicas de educação básica, com a qualidade e velocidade necessárias para o uso pedagógico das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) nas atividades educacionais. A iniciativa contempla cerca de 38 mil escolas, incluindo as situadas em comunidades indígenas, quilombolas e rurais, garantindo conexão com internet banda larga e rede Wi-Fi, mesmo para aquelas que não possuem energia.

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